domingo, 8 de fevereiro de 2009

The sound of silence

Bom ter gente querida em casa, mas o silencio da casa vazia não tem preço.
Nem a intempestiva saída à moda mexicana conseguiu abalar as estruturas da tão esperada falta de som. Sem música. Sem tevê. Sem telefone. Sem vozes. Sem ventilador. Nada além do barulho dos meus dedos novamente percorrendo as trilhas do teclado.

(É, povo amado, esta que vos fala desaprendeu a escrever o pouco que sabia com esta bendita reforma ortografica e optou por papar todos os acentos que "por obséquio" sejam dúvida.)

Haaaa... modo piada interna on.

Lucky star

Sorte de hoje: Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Polaroid

É errado fuçar no orkut dos outros quando eles tem fotos que nos interessam? Que dizem da gente, do que a gente deixou pra trás na vida, das escolhas que a gente fez?
É esquisito procurar motivo pra chorar?
É feio chorar e se sentir fraco?
É legal ter um propósito e ser firme nele, mesmo que isso magoe a gente e a gente queira as vezes revolver essa mágoa?

Dreams

Numa noite sou caçadora de demônios, conjurados com um kit contendo uma régua de madeira, um palito de Magnum, uma mini moeda cunhada com a cara de Jesus Cristo e outra coisa que agora não lembro mais. Daí pulo pra recepção dum prédio, recebendo a galera e marcando a presença de todos enquanto brinco de cravar uma faca no balcão. Disso, pulo para uma rua de Porto Alegre transfigurada, ouço denúncias de mau uso do dinheiro de obras e leio uma Zero Hora vintage, que fala sobre a genealogia dos Fagundes, desvenda o parentesco entre o Paulinho e o Marcos Breda e tem uma reportagem sobre cenários para ensaios de casamento - com destaque para a cadeira onde a noiva senta, uma cadeira embrulhada em tule num fundo verde água. Ah sim, faltou a presença de Tony Lima usando uma camiseta azul celeste e me indicando o suplemento da ZH, distribuído na portaria do prédio, sobre a reforma da previdência.
Doutra feita estou numa plataforma flutuante e o mundo vai acabar, ou o negócio vai afundar, o que dá na mesma. Eu e meu grupo descobrimos que é mais ou menos um Truman Show, porque a Estátua da Liberdade e o Cristo estão lado a lado no cenário. Saímos correndo e juntando tudo que é relevante para podermos reconstruir a cultura de modo mais completo possível depois do fim... e é tudo um set de filmagem, um filme pesado e real sobre a miséria humana e o que o homem é capaz em situações de risco. Ehm... uma mistura de Lost com Ensaio sobre a Cegueira, sabe? Aí saio desse lugar e estou na gravação dum clipe do Nenhum de Nós.
Dia desses era uma casa muito engraçada, com mezaninos, desníveis, uma decoração não sei se de bom gosto ou esquisita mesmo, e minha tia chamava os cachorros só a noite para aquecer a cama. E tinha um gato fdp que me arranhava as pernas. Mas agora já não sei se isso foi numa terceira noite ou foi numa dessas duas que contei aí em cima.
Outra vez era o Jimmy pizzaiolo, fazendo pizzas de um metro de diametro. E eu numa bodega-lanchonete-café, sei lá o que era, vendo anúncio de cursos legais que aconteceram em outubro. Nua.
E hoje... antes de pegar no sono, tive umas quatorze ou quinze ideias com o lixo reciclável daqui de casa. E depois, eu precisava fazer um levantamento COMPLETO dos produtos existentes num perímetro tipo o do Saara, enquanto meu pai e minha mãe faziam não lembro o que. Aí foi um tal de show do Nenhum de Nós em que o Thedy largou tudo e sentou do meu lado pra comentar o palco, que subia e descia como se fosse brinquedo de parquinho. Na plateia estava também o Dani, minha mãe, sei lá eu quantas outras pessoas. E chovia, e era numa cidade do interior, e todos voltamos num carrinho que eu não sei de quem era, mas era meu irmão dirigindo e eu pedindo pra dirigir porque afinal eu tenho carteira, ele não. Aí era uma mudança, eu tentando por coisas fora, organizar caixas no quarto e no banheiro, separando plásticos, e meu amigo Celso aparece pra contar da sua vida, e meu telefone toca e é uma mensagem... e aí tudo já é uma confusão pior do que é a vida de verdade e pra acordar é aquele suplício. Durma-se com um barulho desses na cabeça.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Easy

Eu sei que ninguém disse que era fácil, mas tinha de ser tão difícil?
Deve ser porque o prêmio VALE a pena...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A canção tocou na hora errada

Se deu merda até pro Carpinejar, por que não comigo?

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Pride

A pedidos, voltei. Nem que seja só pra dar notícias rápidas e pra agradecer a Ane, que gentilissimamente me indicou prum premio de blogueiros: o Dardos! Tchãrã!




Mas bah, difícil vai ser indicar outros 15. Eu devolveria a gentileza...
e indicaria... ahm... pois é. Voltei pra escrever, mas não tenho lido muito não... então nem sei quem é que anda fazendo o que das suas letrinhas - agora em versão português unificado, ai jisuis... eu já não sabia escrever direito antes, quem dirá agora. Assumidamente velha: além de ser da época em que o sistema solar tinha nove planetas e que a tabela periodica terminava no (suposto) hâhnio, sou também da época do português brasileiro. Eu mereço.
É o preço que a gente paga... hoje faz oito anos que vesti aquela linda toga pra prestar juramento solene de amor e dedicação aos livros, às letras e aos leitores. E precisava?
E ganhei, intuitivamente, uma chave de casa nova. Ou de nova casa? Ou de filial? Ou? Ou?
Só sei que achei muito auspicioso o chaveiro pegar uma chave justamente roxa.